GOVERNO FEDERAL

Começam diálogos para nova fase do Minha Casa, Minha Vida

*** Nova fase do programa tem como meta mais três milhões de moradias ***

O governo federal iniciou as discussões com empresários da construção civil para fechar a formatação da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Os representantes do setor foram recebidos na tarde desta segunda-feira (16) pelos ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, das Cidades, Gilberto Kassab, e pela presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior.

O ministro Barbosa ressaltou que o governo está empenhado em ouvir a sociedade e ratificou que o programa é uma prioridade, que terá como meta contratar mais três milhões de moradias e ganhará uma série de aperfeiçoamentos.
“Haverá uma nova modalidade que estamos chamando de Faixa 1 FGTS, combinando o que hoje são os incentivos da Faixa 1 com os incentivos da Faixa 2 para aumentar o público que tem acesso a esse programa, ampliando principalmente a disponibilidade em grandes centros urbanos”, adiantou.

Atualmente, o MCMV tem três faixas: a primeira atende famílias com rendimento mensal até R$ 1,6 mil; a segunda de R$ 1,6 mil a R$ 3,275 mil; e a terceira de R$ 3,275 mil a R$ 5 mil.

GRUPOS DE TRABALHO

Para definir em detalhes a nova faixa, Nelson Barbosa informou que serão criados grupos de trabalho entre o governo e os empresários, que saíram otimistas do encontro. “Tivemos uma reunião de altíssimo nível como sempre temos tido desde 2008. Esse programa é inquestionável, ele é vencedor, a primeira fase foi ótima, a segunda também, e terceira o será”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin.

“A palavra que nós tivemos aqui é que ele [MCMV] é prioridade de governo. Houve o compromisso de que três milhões de unidades serão feitas nesse ano”, relatou à imprensa o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Rodrigues Martins.

Nelson Barbosa afirmou que a expectativa é lançar a nova etapa do MCMV este ano e aumentar a execução do programa ao longo dos próximos quatro anos. “Estamos discutindo como construir o cronograma dessas três milhões de unidades ao longo de quatro anos, adaptando tanto as oportunidades que o setor vê no mercado imobiliário, na capacidade de construção, com a disponibilidade orçamentária do governo”, concluiu.

Fonte:

Ministério Planejamento

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