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Reajustes da gasolina na era FHC prejudicavam trabalhadores

reajuste da gasolinaEm mais um capítulo da Série “Relembrar para não Reviver”, o assunto em destaque é o aumento dos combustíveis durante as gestões do PSDB à frente da presidência da república

Época dura para muitos brasileiros que mal conseguiam manter os gastos do automóvel, em meio ao reajuste excessivo da gasolina.

Só para constar como efeito de informação, no ano de 1999, o combustível teve reajustes que variaram de 8% a 11,5%.

Já em 2002, no chamado Ano do Dragão, a gasolina chegou a contabilizar três reajustes em apenas 35 dias.

E o PSDB não perdeu tempo, mesmo após perder as eleições para o presidente Lula, e promoveu tarifaço  que subiu a gasolina, diesel, gás de cozinha  e querosene de aviação em até  22,8%.

“E aqui no Brasil o pobre ter carro incomoda.

Eu trabalhei a vida inteira e como operário nunca pude ter um carro.

Meu primeiro carro foi uma Brasília”.

As declarações do ex-presidente Lula, durante entrevista concedida a “Carta Capital” nesta segunda (13), são uma constatação de que milhões de brasileiros, nos últimos 12 anos, teve o direito a ter o seu automóvel para trabalhar, estudar e passear!

Porém, o PSDB de Aécio e FHC é crítico contumaz do modelo que colocou 40 milhões de pessoas no mundo consumidor.

A ascensão social incomoda os tucanos. Eles preferem restringir o acesso aos bens para poucos agraciados neste país.

Conclusão: votar em Aécio significa o retorno da política de aumento de combustíveis e a prioridade em acesso aos bens de consumo, como automóveis, apenas para os mais afortunados e elitizados.

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