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Santo André recebe cinco médicos para atuação na Saúde da Família

*** Do Provab, foram cinco médicos que optaram por Santo André: (esq.) Romer, Arthur, Carolina, Leticia e Bianca***

Três mulheres e dois homens do Programa de Valorização de Atenção Básica para temporada 2015; profissionais foram para quatro unidades

Cinco médicos do Provab (Programa de Valorização de Atenção Básica), vinculado ao Ministério da Saúde, deixaram Santo André com o término do contrato anual – encerrado no fim de fevereiro. No entanto, outros cinco profissionais, três mulheres e dois homens, chegaram, e, a partir desta terça-feira (3), assumiram seus postos em quatro unidades da rede municipal de saúde – Jardim Carla, Jardim Sorocaba, Utinga e Vila Luzita (que recebeu dois).

Pela terceira vez consecutiva, Santo André aderiu ao Provab, fundado em 2012 pelo governo federal, que tem duração de um ano e dá bônus de 10% nas pontuações das provas de residência pelo País. Neste caso, os médicos contratados recebem uma bolsa-formação de R$ 10.513,01. O foco é a atenção básica, principalmente o trabalho voltado em Saúde da Família. Em 2013, o município recebeu seis médicas; no ano passado, cinco profissionais, entre mulheres e homens.

Exatamente o que a médica Carolina Peterle Santana Vaccari, 24 anos, nascida em Minas Gerais, mas capixaba de corpo e alma, veio buscar em Santo André. Formada no ano passado pela Emescam (Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia), tradicional Faculdade de Medicina de Vitória, no Espírito Santo, Carolina veio fazer, na prática, o que presenciou ainda como acadêmica. “Já subi muito morro para acompanhar o atendimento prestado aos pacientes”, contou a profissional, que começou o seu trabalho hoje na Unidade de Saúde Utinga. Ali, atual duas equipes de ESF (Estratégia Saúde da Família).

Nascido em Botuguassu, cidade de Mato Grosso do Sul que faz divisa com São Paulo, Arthur Henrique Naves Rodrigues, 26 anos, encara a nova experiência como “mais um desafio” na recente carreira – formou-se em Medicina em 2013 na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Até então, ele atuava como médico emergencista nas portas de entrada do Hospital Santana e Hospital e Maternidade Ipiranga, ambos em Mogi das Cruzes. Há cerca de oito meses, no entanto, estava no vaivém entre Mogi e Santo André, cidade que optou para trabalhar. “Agora, será algo novo como médico de família”, afirmou o profissional, que nesta tarde atenderia aos recém-nascidos de 0 a 2 anos na Unidade de Saúde da Família do Jardim Sorocaba.

Além de Carolina, o médico Romer Braga da Silva, 25 anos, veio também de Vitória. No entanto, foi direcionado para trabalhar na Unidade de Saúde da Vila Luzita. Mesmo local onde está Leticia Lins Souza, 27 anos, médica originária de São Paulo. E para fechar o grupo, Bianca Cristina Araujo Rama, 26 anos, de Santo André, deslocada para a Unidade de Saúde do Jardim Carla, região mais distante do Centro. Todos possuem registros nos órgãos federativos. Na segunda-feira (2), os profissionais fizeram um tour por alguns equipamentos de saúde no município.

Sobre a Secretaria de Saúde

Com orçamento previsto de R$ 566.994 milhões para 2015, a Secretaria de Saúde tem destinado o maior valor da peça orçamentária da Prefeitura de Santo André. O governo tem na Pasta uma de suas prioridades, inclusive com a construção de novos equipamentos públicos aos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde).

A rede de saúde municipal é composta por 33 USs (Unidades de Saúde); dois hospitais (Centro Hospitalar Municipal e Hospital da Mulher); três UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) 24 horas; quatro PAs (Prontos Atendimentos) 24 horas; três Centros de Especialidades Médicas; um Centro de Reabilitação Municipal; dois Centros de Especialidades Odontológicas; um Ambulatório de Moléstias Infecciosas; um Centro de Referência de Saúde do Trabalhador, um Centro de Terapia Comunitária e um laboratório de análises clínicas, além do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Na área de Saúde Mental, são quatro Naps (Núcleos de Atenção Psicossocial), um Caps (Centros de Atenção Psicossocial), quatro residências terapêuticas, duas repúblicas terapêuticas, um consultório na rua (veículo), um Centro de Atenção à Saúde Mental e um Núcleo de Projetos Especiais. Na diretoria de Vigilância à Saúde, o município dispõe de divisões de Vigilância Sanitária; Epidemiológica; Saúde do Trabalhador e Controle de Zoonoses e Ambiental.

A Secretaria de Saúde trabalha em parceria com a Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, que oferece vários serviços e atendimentos à população. A Pasta também oferece apoio diagnóstico e terapêutico, desde municipal até terceirizado, por meio de contratos e convênios.

Fonte:

Prefeitura de Santo André

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